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 Dicas sobre Seguros

     
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PROCON ORIENTA COMO CONTRATAR SEGUROS E DEFENDER MELHOR SEUS DIREITOS

Contratar um seguro ainda é um negócio complicado para a maioria das pessoas. O desconhecimento que o consumidor tem do seguro, seja ele de qualquer tipo, o transforma em presa fácil para as armadilhas, como as inúmeras "vantagens" oferecidas pelas seguradoras na hora de vender o seu serviço.
Como o seguro, por lei, tem de ser contratado por intermédio de uma corretora, o consumidor precisa estar atento. Escolher uma corretora idônea no mercado é meio caminho andado para evitar problemas futuros.
Com uma boa pesquisa de preços o consumidor poderá constatar a diferença. Sem ela o consumidor corre o risco de pagar de 50% a 200% a mais pelas mesmas coberturas em diferentes seguros.
A escolha de um bom corretor é importante. Ele é quem vai representar o segurado junto à seguradora e providenciar qualquer documentação exigida para indenização.
O interessado em fazer um seguro, qualquer que seja o tipo, deve analisar e avaliar suas reais necessidades para não pagar por coberturas que não serão utilizadas.

Seguro automóvel

No caso do seguro automóvel, o Procon/DF recomenda o consumidor a se informar sobre os contratos diferenciados.
Quanto menor o risco que o segurado representados. Quanto menor o risco que o segurado represente para o segurador, menor o preço. A análise de risco é feita por questionário preenchido pelo consumidor, antes de assinar o contrato. Entre as perguntas encontramos, por exemplo, o local onde o veículo é guardado (na garagem ou na rua) e com que freqüência o segurado viaja, etc. A orientação básica é negociar. Assim, o segurado pode reduzir o preço final do contrato ou do valor da franquia, aumentando a possibilidade de utilização do seguro em pequenas colisões.
Não deixe de verificar as vantagens oferecidas pelas revendedoras de veículos, que costumam fechar, junto as seguradoras, pacotes de cobertura para todos os veículos à venda, conseguindo redução no preço. Essa redução é repassada ao consumidor e pode chegar a até 50% mais barato.
Lembre-se de que a IS (Importância Segurada) deve ser sempre mais próxima do preço de mercado do bem segurado. Com a inflação estável e a moeda forte poderá ocorrer defasagem ou supervalorização do bem no decorrer do período do seguro. E observe se na apólice consta a marca do veículo, o ano de fabricação, a importância assegurada, o prêmio, a vigência e o valor da franquia.
Saiba que a franquia só será paga pelo segurado no momento em que utilizar o seguro. As despesas que excederem serão cobertas pela seguradora.
Na renovação, vale lembrar que o consumidor tem direito à bonificação quando o seguro não é utilizado durante o período de vigência. O valor é de 20% no primeiro ano, somando-se mais 5% no segundo ano, até chegar ao teto de 65% de desconto. Já para caminhões, varia entre 10% e 40% no máximo. O bônus é um direito do consumidor e poderá ser usado, também, ao trocar de seguradora, como desconto no preço. A dica para não perder esse desconto é só utilizar o seguro nos casos em que o conserto ficar muito acima do valor da franquia.

 

Seguro Obrigatório

O DPVAT ( Danos Pessoais de Veículos Automotores e Terrestres), mais conhecido como Seguro Obrigatório, deve ser pago anualmente por todos os proprietários de veículo, junto com o IPVA (Imposto sobre Veículos Automotores) na época do licenciamento e o valor é único para todos os veículos de passeio nacionais ou importados.
É utilizado para ressarcimento e indenização em casos de atropelamento e acidentes com ferimento; ou que resulte em invalidez temporária ou permanente; ou com morte, envolvendo carro ou transporte coletivo - ônibus locais, interestaduais ou internacionais.
No caso de morte a indenização é paga aos dependentes legais - pais, filhos, esposa ou companheira.
A indenização nos casos de invalidez e morte é de R$ 5.081,79. No caso de acidentes com ferimentos e atropelamento, o reembolso é de R$ 1.524,50, para ressarcimento das despesas médicas, se o atendimento for em hospitais particulares.Não há reembolso para hospitais públicos.
O seguro deve ser pago ainda que a vítima não possa identificar o veículo que provocou o acidente. O pedido da indenização é simples, mediante apresentação da cópia do Boletim de Ocorrência expedido pelo Detran, deve -se solicitar em qualquer seguradora associada à Federação Nacional de Seguros ou para o seu corretor seguros. A apresentação do Boletim de Ocorrência é condição básica para reembolso, ressarcimento ou indenização.
O consumidor deve tomar cuidado com grupos especializados em fraudes do DPVAT. Eles abordam às vítimas na porta dos hospitais, pegam procuração para receber o seguro e somem com o dinheiro e/ou cobram até 60% de comissão.
Nunca é demais ressaltar que as seguradoras são obrigadas a atender e ressarcir o beneficiário e se houver recusa, denuncie no Procon.

Seguro de Vida

Existem no mercado duas modalidades de seguros de vida; no seguro de vida individual e o seguro de vida em grupo. As coberturas abrangem: morte natural, acidental e invalidez permanente total e parcial.
Antes de optar por um desses seguros, o consumidor deve comparar as taxas administrativas cobradas e o valor das mensalidades, observando atentamente que o preço aumenta sempre que o consumidor avança de faixa etária. É importante preencher o formulário para contratação do seguro com todas as informações pessoais, inclusive sobre doenças, para que não haja prejuízo no ato da indenização.
O seguro coletivo é mais barato e pode reduzir o risco do consumidor de não receber a indenização por ser um pool de seguradoras. todas são responsáveis em ressarcir o seguro, independentemente de que a seguradora contratada esteja em liquidação judicial ou com problemas de liquidez.
Vale destacar que o seguro em grupo da maior garantia de indenização à grupos de interesse comum, como por exemplo, funcionários de uma empresa, Associações ou sindicatos de classe.
O mercado oferece, ainda, seguros resgatáveis em vida. São apólices com prazo de vigência determinada. alguns funcionam como uma poupança a longo prazo. Se o segurado optar por resgatar o valor antes do término do contrato, não receberá integralmente o valor invertido. O resgate é determinado pelo número de contribuições feitas.

Seguro Residência

As seguradoras inovaram e ampliaram as coberturas do seguro residência. Além do seguro contra roubo e incêndio, há apólices contra desmoronamento, alagamento, impacto com veículos, queda de aeronave, vendaval, roubo de equipamentos eletrônicos ou de segurança, roubos na garagem do prédio, etc;
Com tantas vantagens e opções é imprescindível que o consumidor não se deixe levar pela propaganda e pelo entusiasmo do corretor, analisando quais as coberturas necessárias e adequadas para sua casa, a fim de não firmar contratos desnecessários.
A questão do risco também prevalece no seguro residência e as mensalidades variam de preços de acordo com o tipo de imóvel e com os riscos a que esteja sujeito. Os condomínios fechados e apartamentos, que dispõem de mais segurança, têm mensalidades mais baixa. As apólices mais altas ficam para as casas de veraneio, por serem mais vulneráveis a roubos e danos.
Ao contratar o seguro residência solicite uma vistoria minuciosa no imóvel e exija que conste tudo na apólice, para evitar problemas quando do ressarcimento. Seguem abaixo mais algumas dicas para o consumidor:

Antes de contratar uma seguradora não esqueça:

  • Faça pesquisa de preços.
  • Verifique a idoneidade da empresa e consulte o Procon para saber se a seguradora não está na "lista negra".
  • Negocie o valor do seguro na contratação.
  • Leia atentamente o contrato antes de assiná-lo.
  • Peça uma minuta para analisar com calma e, em caso de dúvidas, consulte o Procon.
  • Certifique-se de todas as vantagens e desvantagens das coberturas e do valor da indenização, que varia de acordo com o plano escolhido.
  • Fique atento às restrições das seguradoras.
  • Desconfie das vantagens em demasia.

IDC- Instituo de Defesa do Consumidor PROCON/DF.
Assessoria de Imprensa.
Márcia Veloso/ Jornalista
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